quinta-feira, 17 de abril de 2008

cenas maradas

Eu já havia alertado para este tipo de comportamento....




....prometeram-lhe uma tarde com o panda.

Sim aquele que tem um canal e q depois de madrugada vai atender o telefone pa SIC...

Sim...tem cara de parvo.
Pois é esse...yh tem oculos.
Porra, é esse!!




o post em q o john me vai chamar td e mais algma coisa e pensar: "puta roubaste-me o post!!!"



O que vêem acima é um conas dum boneco com cara de parvo que já por si era idiota, mas pah tudo bem há pessoas que nunca lidaram com uma caixa MB!! e pah quem sou eu pa começar a não defender tudo o q é ostracizado?? o John!!

Pah mas agr (infelizmente não arranjei a imagem) aparece um novo ícone que, não tendo tanta bonecada, exagera na estupidez! Agora o código marca-se com a mão esquerda (ou direita se for canhoto) sobre a mão q marca o código de forma a proteger os seus algarismos secretos!!

Isto parece que não mas tem tudo um quê de...errr...parvoice.!

Tou mm a ver um daqueles mitras todo papi a dizer: "orienta-me aí o código dama (se for de xabregas) ou pula! (se for da amadora)" e eu tipo ali a tapar o código digo: "epah nem penses!!! eu não te MOSTRO o meu código!!"

Pah daqui a uns meses tem um ícone a demonstrar como ultrapassar o nível elevado de segurança da introdução do código secreto, estritamente direccionado pos mitras e afins. Tou mm a ver o slogan:

"ATENÇÃO! FINTE SEMPRE QQ MAO Q SE APROXIME DAS TECLAS ENQUANTO ASSALTA O UTENTE DESTA CAIXA MB, EM CASO DE DIFICULDADE NESTA, DIRIJA-SE AO MB MAIS PRÓXIMO: 20M - RUA DA BICA. Nº DE UTENTES: 2 E UM POTENCIAL 3º..."

Pah por aí fora....

quarta-feira, 16 de abril de 2008

sexta-feira, 21 de março de 2008

convicção

quando eu disser direita...

vão pela esquerda.





É que não falha.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

:.Chato...:

É daqueles dias em que a minha miséria me parece ligeiramente acentuada...
Não vai haver "aquele" olhar, nem "aquele" beijo e muito menos "aquele" momento.
Vai ser espaçoso, arejado, livre...demasiado livre.
É daqueles dias em que o sentir-me presa me deixaria radiante.

Não, não é desespero.

É antes solidão.




Acabaram-se as datas parvas...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

:.Passa-se qualquer coisa.:

Hoje a vontade arrasta-se.
O vazio pesa...
Estalam-me os ossos de cansaço.
Sinto escorrer vida por entre os dedos,
a mão torna-se solta e cai dormente sobre o peito.
Perco-me na imensidão de coisas que não tenho e esqueço o que tenho...
Mas olhando aqui para dentro, nada sobra de mim:
tudo se reparte por ti.
Não precisas, já tens tanto.
Sou supérflua, mera ostentação do teu capricho.
Mas mesmo assim, manténs-me.

Porquê?

domingo, 3 de fevereiro de 2008

:.Está ainda a decorrer a temporada da decadência, camuflada com a parvoice excessiva de quem quer parecer que está bem.:

Estou no meio de um vazio de gente,
gente que não vejo, não oiço, não sinto.
Sei que estou a mais, que sou dispensável, que não pertenço aqui.
Mesmo assim fico...
De olhos vidrados, com lágrimas a queimar para cair
de uma emoção tão bruta que me greta o rosto.
Estas com ela nos braços, de olhos fechados mordendo o lábio,
só te vejo a ti,
só a oiço a ela,
só os dois eu sinto.
Olhas-me,
sorris,
e eu desespero.
Sei que sabes,
toda a gente sabe,
o meu sentimento virou transparente, público e crescente.
Irrita-me, ferve e transborda,
inunda-me a cabeça de pensamentos que cavam cada vez mais espaço para me enterrar.
Passo a mão no peito e sinto saliências,
estilhaços de indiferença que vais deixando em mi.
Não sei se é vidro,
mas corta,
dói e faz sangue como se fosse.
Não sei se é amor,
mas é algo que aperta,
um espartilho de pele que sufoca o que de mim quer sair e gritar por ti.
Fazes-me querer-te até à exaustão,
cansas-me o sentir e adormeces-me a vontade.
Não quero isto,
Leva!
Leva-o, porque não consigo mais viver com ele,
não me dá espaço,
não me deixa respirar.
Fica algures entre o coração e os pulmões,
é uma embolia diária que me paralisa
e que quase me mata...
Por mim tudo bem,
se isso significar que te tenho,
eu deixo-me morrer.

És indescritivelmente perfeito.
E eu um nada, pisado de tão invisível.